12 julho 2021
O testemunho da Giulia: Growing Together (ESC - Jobs)
17 dezembro 2020
Testemunho final Giulia: Growing Together (ESC - Traineeship)
28 julho 2020
Testemunho Giulia No. 1: Growing Together (ESC - Traineeship)
Olá!
Neste momento
estou a participar no projeto "Growing Together" ao abrigo do Corpo Europeu de Solidariedade - Estágios.
Comecei em março, que infelizmente coincidiu com a chegada da pandemia. Não escondo a dificuldade e a ansiedade que isto trouxe em começar numa altura tão anormal. de todas as formas os meus colegas foram sempre de suporte e sinto que posso sempre contar na ajuda deles!
Além disso, na Spin já tínhamos tido experiência de teletrabalho pontual, o que ajudou muito na gestão das tarefas e do tempo trabalhando em casa. Sendo que não nos podíamos encontrar presencialmente, decidimos fazer reuniões semanais às segundas com os voluntários. Tal como todo o mundo até maio as reuniões foram online, onde descobri diferente plataformas graças às partilhas com a equipa, como Jitsi/Zoom/Google Meet. Depois decidimos encontrarmos no Jardim do Torel!
Nesta semana, tive a oportunidade de participar na primeira sessão do curso de formação online “Jump into inclusion” organizado pela Agência Nacional. Foi uma alternativa interessante para conhecer os trabalhadores em organizações e para aprender a ganhar mais confiança nas atividades não formais online.
Também, na próxima semana vou organizar pela primeira vez um dia de boas vindas de novos voluntários CES coordenados pela Spin autonomamente. Sinto que devagarinho, mesmo no meio de uma pandemia, estou a crescer e aprender mais, esperando que a partir do outono a situação volte ao normal e a próxima ronda de voluntários do Solidarity LX tenham mais oportunidades de ter uma experiência CES com menos restrições devidas ao coronavírus.
Abraços!
Giulia
03 março 2020
O Testemunho da Giulia No. 3 (Associação Spin)
Ops, não escrevo desde este verão! Tive de voltar a
ler o último testemunho para perceber de onde começar. Então, até setembro foi um
turbilhão de atividades incríveis, emoções positivas e contrastantes. Tudo o
que estava a viver era tão fixe até que chegou o momento em que comecei a dizer
adeus a umas pessoas que me acompanhar neste caminho. Sabia que ia chegar
o momento de afastamento à rotina e às pessoas que tinham começado comigo esta
experiência, já aconteceu outras vezes na minha vida e achava que isso não ia
mais impactar porque tinham-se formados os “anticorpos” (ehmm.. nem por isso).Sem que eu quisesse, o meu dia-a-dia estava a mudar e senti a necessidade de refletir sobre o meu futuro próximo e sobre o que será de mim depois do projeto. "O que quero fazer depois do fim do CES em Novembro? Tenho algum plano?: Sim, não, não faço ideia" – enfim, muita confusão na minha cabeça.
26 julho 2019
O testemunho da Giulia
Estou aqui de volta! Sem dúvida aconteceram muitas coisas desde os primeiros dias de Março até agora. O tempo voou sem me aperceber. Realizaram-se algumas das minhas expectativas, como aprender mais sobre come funciona a Spin e sobre a mobilidade Europeia (em particular, a parte de envio).Estou satisfeita com a funções que estou a desempenhar na Spin e surpreendida de conseguir a cumprir tarefas cada vez mais desafiantes para mim.Também queria muito conhecer novas culturas e aprender como dizer “abraça-me” em outros idiomas. Agora já sei em espanhol (abrázame), slovaco (objím ma), croato (zagrli me), estónio (kallista mind), polaco (przytul mnie). Uma grande conquista para mim, agora só falta não esquecer!Tive a oportunidade de viajar em diferentes sítios de Portugal: Algarve, em Abril, com a minhas novas colegas Alba e Niki; Covilhã em Maio para participar a On-Arrival Training con trinta participantes do CES de diferentes cidades de Portugal; Mafra e Setúbal em Junho; Cabo de Roca e Sintra em Julho.No entanto, muitas pessoas de muitas nacionalidade foram hospedadas no nosso Hostel graças alguns projetos promovidos pela Spin.
Através do curso de formação “From crisis to change”, doutro projeto em Junho com estagiários franceses e do programa de voluntariado Live It Lisbon, sinto de ter viajado também nos sítios de precedência dos participantes (assim pude aprender mais traduções da frase “abraça-me” :P). Além disso, durante este programa descobri uma nova habilidade que não sabia ter: fazer um workshop de cozinha e preparar comida italiana para 30 pessoas approx. Inicialmente estava nervosa e tinha medo que não ia resultar; contudo, afinal tudo correu bem além das minhas expectativas. Finalmente, este é um resumo sucinto da minha experiência no projeto de Corpo Europeu de Solidariedade em Lisboa até agora que sintetizado em uma palavra é “brutal”!
20 março 2019
O testimunho da Giulia
Por começar, é bem apresentar-se: sou Giulia, uma rapariga italiana nascida e criada em uma pequena aldeia de Sicília.
Vim para Lisboa a primeira vez para começar o meu mestrado em desenvolvimento e cooperação internacional. Fiquei apaixonada por esta cidade que tinha escolhido sem conhecer nada. Desde o início aqui senti-me bem recebida e apaixonei-me por este lugar.
Portanto, porquê não fazer um CES aqui?Estava a precisar de uma mudança na minha rotina e também achei que após ter acabado o curso, poderia ser o melhor momento para participar no corpo europeu de solidariedade.
Nestes anos participei a uns intercâmbios juvenis e cursos de formação e sempre tive a curiosidade de conhecer todo o processo que há atrás. Por isso candidatei-me como voluntária na associação Spin, onde irei ficar até novembro deste ano.

Durante o meu primeiro dia na Spin, conheci o pessoal e os outros voluntários, alguns que já tinham começados há uns meses e também outros novos. Foi um dia cheio de sensações positivas. Apesar de ser todos de diferentes países europeus e ter vivido experiências distintas, desde o início senti que nós tínhamos as mesmas emoções e vontade de começar uma nova experiência que ir-nos-á formar e enriquecer.Embora tivesse morado dois aninhos nesta cidade, graças a esta oportunidade dada, estou a conhecer o Bairro Padre Cruz (que pertence a freguesia de Carnide). Até o momento em que fui aceite no projeto, não sabia da existência deste lugar.
Um pequeno canto de tranquilidade, cheio de cores, graffitis e um miradouro espetacular. Tenho muita vontade de aprender tudo o que for possível e descobrir as histórias das pessoas que estou a conhecer através desta experiência.
A energia não me falta! Então, bora!













